Copas do Mundo de 2026 e 2027 abrem janela bilionária de negócios e marketing esportivo vira ativo estratégico para marcas
- jornal bilhões

- 22 de mai.
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Com a Copa do Mundo de 2026 no horizonte e o Brasil confirmado como sede da Copa Feminina de 2027, marcas e instituições esportivas vivem uma janela estratégica para ampliar visibilidade e negócios. Para a agência BR&CO, comandada por Amanda Bonfim, o momento exige ações integradas de branding, engajamento e parcerias internacionais, capazes de capturar o impacto econômico e a atenção global dos dois eventos.
Com a realização da Copa do Mundo Masculina de 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México, e da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada no Brasil, o futebol entra em um novo ciclo de oportunidades econômicas, comerciais e de posicionamento de marca. Especialistas apontam que empresas que se anteciparem com estratégias estruturadas de marketing esportivo tendem a capturar maior valor em um mercado cada vez mais competitivo e globalizado.
A edição masculina de 2026 será a maior da história da FIFA, com 48 seleções, jogos distribuídos em três países e previsão de impacto econômico global entre US$ 30 bilhões e US$ 40 bilhões, além da movimentação de milhões de turistas internacionais. Já a Copa Feminina de 2027 marca um momento histórico para o Brasil, ao recolocar o país no centro do futebol mundial e acelerar investimentos em esporte, entretenimento, turismo e igualdade de gênero.
Para Amanda Bonfim, empreendedora e fundadora da agência BR&CO, especializada em marketing esportivo, o cenário exige planejamento de longo prazo. _*“Esses eventos não são apenas competições esportivas. Eles funcionam como plataformas globais de negócios, reputação e relacionamento. Quem começa a se posicionar agora sai na frente”*_, afirma.
Marketing esportivo deixa de ser apoio e passa a ser estratégia de negócio
Segundo Amanda, o marketing esportivo vive uma transformação estrutural. Se antes era visto apenas como área de apoio à comunicação, hoje tornou-se um ativo estratégico para geração de receita, expansão internacional e construção de marcas.
_*“A Copa de 2026 vai concentrar atenção global em marcas, atletas e projetos esportivos. Já a Copa Feminina de 2027 no Brasil cria um ambiente favorável para patrocínios, narrativas de impacto social e construção de legado. Não se trata só de visibilidade, mas de negócios sustentáveis”*_, explica.
A BR&CO atua justamente nesse cruzamento entre estratégia, conteúdo, posicionamento digital e relacionamento comercial, atendendo clubes, atletas, executivos e empresas que desejam usar o esporte como plataforma de crescimento.
Oportunidades antes, durante e depois das Copas
De acordo com a especialista, as maiores oportunidades não estão restritas ao período dos jogos. Elas começam anos antes e se estendem no pós-evento.
Entre os principais movimentos estratégicos estão:
· Construção antecipada de marca: empresas que se associam ao esporte antes do “boom” conseguem contratos mais vantajosos e narrativas mais autênticas.
· Ativações integradas (phygital): campanhas que unem experiências físicas — como eventos, fan zones e hospitalidade — com ações digitais e redes sociais.
· Gestão de imagem e monetização de atletas: Copas do Mundo ampliam exponencialmente o valor de imagem de atletas e profissionais do esporte.
· Conexões internacionais: a Copa de 2026, sediada na América do Norte, cria pontes naturais entre marcas brasileiras e mercados como Estados Unidos e Europa.
_*“É um erro pensar apenas em ações pontuais. O trabalho começa muito antes, com posicionamento, storytelling e estrutura comercial”*_, diz Amanda.
Copa Feminina de 2027 impulsiona novo ciclo no Brasil
A confirmação do Brasil como sede da Copa do Mundo Feminina de 2027 é vista como um divisor de águas. Além do impacto turístico e econômico, o evento deve acelerar investimentos no futebol feminino, ampliar o interesse de patrocinadores e gerar novas lideranças no esporte.
_*“O Brasil tem uma oportunidade única de transformar a Copa Feminina em legado. Isso envolve marcas comprometidas, projetos bem estruturados e estratégias que valorizem diversidade e inclusão”*_, afirma Amanda.
A BR&CO já observa crescimento na procura por consultorias voltadas a projetos femininos, especialmente de empresas que buscam alinhar posicionamento de marca a valores sociais sem perder foco em resultado financeiro.
Brasil no centro do futebol e dos negócios
Com duas Copas do Mundo consecutivas no radar global, o futebol volta a ser um dos principais motores de negócios nos próximos anos. Para Amanda Bonfim, o momento exige profissionalização.
_*“O esporte gera emoção, mas os negócios exigem método. Quem entender isso agora vai transformar a audiência em valor real”*_, conclui.



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