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LIMPEZA NA MÁQUINA PÚBLICA: governador Ricardo Couto já corta 638 cargos e economia ultrapassa R$ 30 milhões por ano


Desde que assumiu o comando do estado, o governador Ricardo Couto tem promovido uma verdadeira reestruturação na administração pública. Em poucos meses de gestão, já foram 638 servidores exonerados, resultando em uma economia estimada superior a R$ 30 milhões anuais aos cofres públicos.


A medida, vista como um freio nos gastos e no inchaço da máquina estatal, repercute diretamente entre os profissionais da segurança pública. Nos bastidores dos batalhões, policiais militares demonstram expectativa com a nova postura do governo, enxergando sinais de mudança em uma estrutura historicamente criticada.


Entre as principais esperanças da tropa está o fim de práticas consideradas abusivas, como o chamado RAS compulsório, quando o policial é escalado de forma obrigatória para serviços extras. Para muitos, essa rotina representa desgaste físico, pressão psicológica e prejuízo à qualidade de vida.


A atual gestão surge, na visão de parte da categoria, como uma possível virada de chave. A promessa de reorganização administrativa e valorização dos profissionais da segurança alimenta a expectativa de que medidas mais humanas e estruturais estejam por vir.


Enquanto os números já mostram impacto nas contas públicas, o que está em jogo agora é se essa nova fase também trará mudanças concretas na realidade de quem está na linha de frente.

 
 
 

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