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Após cometerem homicídios, inclusive de um PM, traficantes de Jacarepaguá doavam cestas básicas a moradores para angariar apoio popular

Após a prática de homicídios, traficantes que atuam na comunidade Asa Branca, em Jacarepaguá, passaram a distribuir cestas básicas a moradores, como forma de angariar apoio local. A informação consta em documentos do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ).


O grupo é suspeito de envolvimento nas mortes do policial militar Adelmo da Silva Guerini e de Alex Sandro Fonseca da Silva, ocorridas no ano passado.


Apontado pela Justiça como mandante dos crimes, Ewerton da Fonseca Ramos foi preso nesta semana. Outros três suspeitos de participação nos homicídios também tiveram a prisão decretada e são considerados foragidos.


De acordo com as investigações, Ewerton exercia funções ligadas à intimidação de moradores, extorsão e controle territorial na comunidade.


Depoimentos de duas testemunhas, corroborados por denúncias anônimas e por imagens obtidas durante a apuração, indicam a participação dos investigados em práticas de extorsão e ameaças, além de sua possível ligação direta com os crimes




Os relatos apontam ainda que, entre os dias 16 e 22 de outubro de 2025, teriam ocorrido cobranças de taxas de “segurança”, monitoramento de estabelecimentos comerciais e intimidação de comerciantes na região.


Cumpre destacar que os delitos investigados envolvem homicídios consumados de um policial militar e de outro indivíduo, tentativas de homicídio contra sobreviventes, além de práticas reiteradas de extorsão e associação criminosa sob o comando de facção organizada.


A gravidade concreta dos crimes, somada às circunstâncias de intimidação coletiva e ao poder de influência dos investigados na comunidade,







 
 
 

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