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Ator paraense celebra estreia em Man on Fire e revela como o Budismo de Nichiren Daishonin guia sua trajetória

Influenciado pelos ensinamentos de Daisaku Ikeda, Phellipe Marques associa conquistas à prática da filosofia de causa e efeito


A estreia global de Man on Fire, no próximo dia 30 de abril, marca um momento simbólico na trajetória do ator paraense Phellipe Marques. Mais do que um passo importante na carreira internacional, o feito é, segundo ele, resultado direto de uma construção pessoal baseada no Budismo de Nichiren Daishonin.


Presente em sua vida desde a infância, a filosofia chegou por meio da família e passou a orientar não apenas suas escolhas, mas também sua forma de enxergar desafios e oportunidades. “O budismo está na minha vida desde muito cedo. Foi o que estruturou meu pensamento, meu comportamento e a maneira como eu tomo decisões”, afirma.


Integrante da Brasil Soka Gakkai Internacional (BSGI), vinculada à Soka Gakkai Internacional, o ator também faz parte do Departamento de Artistas da instituição, que reúne nomes como João Vitti, Valéria Alencar, Carmo Dalla Vecchia, Francisco Carvalho e Beth Faria.


A base dessa jornada, segundo Phellipe, está nos ensinamentos de Daisaku Ikeda, a quem ele se refere como seu mestre da vida. Uma orientação, em especial, atravessa sua história:


“A causa da derrota não se encontra no obstáculo ou no rigor das circunstâncias, mas na desistência da própria pessoa. Quando a gente recua na decisão, os problemas parecem maiores e passam a ser vistos como algo imutável.”


Para o ator, esse princípio se conecta diretamente com sua trajetória. “Toda a minha vida é baseada no que aprendi com o presidente Ikeda dentro da organização. Essa orientação resume muito bem o que eu acredito. A causa da derrota está na desistência, não nas circunstâncias. Isso tem tudo a ver comigo.”


A filosofia budista, centrada na lei de causa e efeito, é o eixo que sustenta essa visão. “No budismo, tudo é muito claro. Todo efeito vem de uma causa. Estar hoje em uma produção como Man on Fire é consequência de uma construção interna, da minha luta, do meu foco, dos meus objetivos.”


Diferente de uma lógica baseada em concessões externas, ele destaca a responsabilidade individual como ponto central. “Não é algo que vem de fora. Quando você eleva seu estado de vida, sua energia vital, isso impacta diretamente o ambiente. O que está fora começa a refletir o que existe dentro de você.”


Segundo Phellipe, essa compreensão muda a forma de encarar a vida e a carreira. “Existe uma harmonia quando você está alinhado com essa lei. As coisas começam a caminhar de outra forma, porque você está construindo causas consistentes.”


Além da estreia internacional, o ator também integra uma nova produção nacional da Netflix, dirigida por Mauro Mendonça Filho, ainda sem título divulgado.


Com uma trajetória que começa em Belém e ganha o mundo, ele vê o momento atual como continuidade de um processo. “Nada disso é sorte. É construção diária. É acreditar, não recuar e seguir avançando. Eu continuo fazendo isso todos os dias.”

 
 
 

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