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Ricardo Couto VIRA O JOGO NO RJ, DEMITE APADRINHADOS, SUSPENDE CONTRATOS E COLOCA A MÁQUINA PÚBLICA A SERVIÇO DO POVO

Em um movimento que já está sendo chamado por muitos de “a justiça chegando ao Executivo”, o novo governador do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto, inicia sua gestão promovendo mudanças profundas e imediatas na estrutura do poder estadual, com reflexos diretos na vida do povo carioca.


Sem discursos políticos e longe de qualquer tentativa de autopromoção, o governador tem adotado uma postura firme e técnica, condizente com sua trajetória no Judiciário. E essa postura já começa a produzir efeitos concretos: contratos considerados suspeitos ou desnecessários estão sendo suspensos, abrindo caminho para auditorias rigorosas que podem, em breve, revelar possíveis irregularidades herdadas de gestões anteriores.


Nos bastidores, o clima é de alerta. A mensagem é clara: se houve qualquer tipo de desvio ou favorecimento indevido no passado, isso não ficará encoberto por muito tempo. A máquina pública, agora, passa por um verdadeiro pente-fino.


Outro ponto que vem chamando atenção é a exoneração em massa de cargos ocupados por pessoas sem concurso público, muitas delas conhecidas por exercer apenas influência política e bajulação a figuras de poder. A medida, embora polêmica, tem sido vista por grande parte da população como um passo necessário para restaurar a credibilidade da administração estadual.


Com essas decisões, o Estado já começa a registrar uma economia significativa na folha de pagamento, recursos que, segundo a nova diretriz do governo, devem ser revertidos diretamente em benefícios para a população, e não mais utilizados como moeda política.


Enquanto isso, servidores concursados relatam uma mudança perceptível no ambiente de trabalho. Profissionais que antes eram subordinados a indicações políticas sem qualificação agora começam a se sentir valorizados e respeitados, dentro de uma lógica mais justa e meritocrática.


Outro fator que chama atenção é o silêncio estratégico do governador diante do cenário político. Nenhum político tem conseguido explorar sua imagem ou associar seu nome a interesses partidários. A condução firme e independente tem reforçado a percepção de que sua gestão não será pautada por alianças de conveniência.


O clima no Rio de Janeiro começa a mudar. Há uma sensação crescente de ordem, seriedade e esperança. A população observa, talvez pela primeira vez em muitos anos, um governo que parece atuar com base em princípios, e não em interesses.


Para muitos cariocas, o que está em curso é mais do que uma reforma administrativa: é um resgate. Um momento em que a justiça, antes restrita aos tribunais, passa a ser aplicada também na gestão pública. E, dessa vez, em nome de quem realmente importa: o povo.

 
 
 

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