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Administrador morreu atingido no pescoço por linha de pipa com cerol em Cavalcante

Linha de pipa com cerol fez mais uma vítima fatal no Rio


O administrador Leandro Rezende Cardoso, de 45 anos, acabou morrendo com um corte profundo no pescoço no cruzamento das ruas Gaspar VIana, e Cerqueira Daltro, em Cavalcanti, na Zona Norte carioca.


Leandro era uma pessoa conhecida na região, tinha família, história e uma vida inteira construída ali.


Naquele dia, saiu como em qualquer outro, conduzindo sua moto, sem imaginar que não voltaria para casa.


Pelas imagens que circulam, ele seguia normalmente quando, de forma repentina, caiu da moto. Um carro que vinha logo atrás chegou a parar para prestar socorro, mas a cena já era desesperadora.


Ao se aproximarem, perceberam a gravidade: Leandro havia sofrido um corte profundo no pescoço, causado por uma linha de pipa. Ele perdeu muito sangue no local.


Uma vida foi interrompida em questão de segundos.


Uma linha. Uma “brincadeira”.


Mas não há nada de inofensivo nisso.


Linhas com cerol ou materiais cortantes são verdadeiras armas invisíveis. Para quem empina pipa, pode parecer algo comum. Para quem está na rua, especialmente motociclistas e ciclistas, o risco é fatal.]


Hoje, uma família em Cavalcante chora. Amigos, vizinhos e conhecidos lamentam uma perda irreparável.


Até quando isso vai continuar acontecendo?


É preciso conscientizar, orientar e, principalmente, agir. O uso de cerol e linhas cortantes não é brincadeira — é perigo real. É responsabilidade de todos evitar que novas tragédias como essa aconteçam.


Que a morte de Leandro Rezende Cardoso não seja esquecida. Que sirva como um chamado para proteger vidas e mudar comportamentos.



 
 
 

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