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Relatorio aponta como chefões do CV presos mantém o poder

Relatório do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro aponta que, mesmo submetidas a regimes mais rigorosos em presídios federais, lideranças do tráfico seguem exercendo comando estratégico sobre o Comando Vermelho, influenciando a destinação de recursos, a expansão territorial e a mediação de conflitos internos.


De acordo com as investigações, esses criminosos mantêm ativa a capacidade de liderança por meio, principalmente, da atuação de familiares, que funcionam como intermediários na transmissão de ordens. Esses canais recebem as diretrizes da cúpula encarcerada em unidades federais e as repassam a lideranças locais — sejam foragidas ou presas em unidades estaduais — preservando a hierarquia e o fluxo centralizado de decisões no chamado “Conselho Permanente” da facção.


Ainda segundo o relatório, participariam desse esquema Márcia Gama dos Santos Nepomuceno, companheira do traficante Marcinho VP, e o sobrinho dele, Landerson Lucas dos Santos, ambos considerados foragidos da Justiça.


A defesa dos investigados tentou revogar os mandados de prisão, citando como precedente o caso do vereador Salvino Oliveira, que teve a prisão temporária suspensa por decisão liminar sob o argumento de ausência de elementos concretos que o vinculassem à organização criminosa. O pedido, no entanto, foi rejeitado.


Por MARIO HUGO MONKEN






 
 
 

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